sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Mortalidade infantil causada por diarreia cai 93,9% em 25 anos no país

Dado foi divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ministério da Saúde, a Saúde Brasil 2008, mostra que o número de crianças com menos de um ano que morreram por diarreia no Brasil caiu 93,9% entre 1980 e 2005. Nesse ano, foram 1.988 mortes, contra 32.704 em 1980. Em 2000, foram 3.004 óbitos.

De acordo com o ministério, essa redução fez com que a diarreia passasse da segunda para quarta posição em número de mortes de crianças com menos de um ano. A primeira causa de morte entre bebês são as afecções perinatais, que afetam as crianças até os sete dias de vida. Todas as causas, diz o ministério, sofreram redução no mesmo período.

No país, a taxa global também caiu no período entre 1990 (47,1 mortos por mil bebês nascidos vivos) e 2007 (19,3), em uma redução média de 59,7%. A meta é chegar a 14,4 mortes por mil vivos até 2015.

As regiões Norte e Nordeste, entre 2000 e 2007, foram responsáveis por mais de 50% dos óbitos do país. A meta do ministério é reduzir em 5% ao ano o número de mortes de crianças com menos de um ano de idade no Nordeste e na região da Amazônia Legal.

Grávidas

O número de grávidas que fizeram sete ou mais consultas de pré-natal também subiu, de acordo com o Ministério da Saúde – de 47,5% em 1996 para 63,7% dez anos depois. O número de partos ocorridos em hospitais passou de 84,5% para 97,9% no mesmo período.


Autor: Do G1, em Brasília
Fonte: G1

PR quer eleger um deputado federal e três estaduais em Rondônia

O processo eleitoral de 2010 poderá ter efetiva participação do Partido da República (PR), na composição majoritária pra os pleitos no legislativo e executivo de Rondônia. Quem garante é prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes, que recebeu, recentemente, a missão partidária de representar institucionalmente a legenda no estado. O municipalista, que assumiu a vaga de presidente do PR, deixada pelo ex-senador Expedito Junior, adiantou que a diretoria da sigla idealiza três deputados estaduais e um federal por Rondônia.

Com trajetória política consagrada por ocupar duas vezes consecutivas a cadeira de executivo municipal e dirigir a entidade representativa das prefeituras rondonienses no Brasil, a AROM, Laerte Gomes assegura que o trabalho que vem desempenhado a frente do PR é de continuidade do que foi iniciado por Expedito Junior. Segundo ele, o partido trabalha metas que visualizam alcançar um número satisfatório de eleitos para participar da governabilidade do estado, bem como, na legislação nos âmbitos estadual e federal.
De acordo com o presidente, “o PR rondoniense está cada vez mais municiado de correligionários que são nomes expressivos da região. Estamos registrando, nos quatro cantos do estado, filiações de lideranças que representam peso para o partido”, revelou Laerte, lembrando os nomes de Val Ferreira, ex-deputado federal Miguel de Sousa (DNIT), ex-prefeitos Estella Mari, Jaru, Dedé de Melo, Guajará-Mirim, além do ex-vereador de Porto Velho, Paulo Moraes e líderes sindicais e de associações.

ATUAÇÃO
Presidido pelo professor e procurador federal, Sergio Victor Tamer, o antigo PL e agora PR, elegeu 30 vereadores e sete prefeitos em Rondônia. Em todo o Brasil, são 45 deputados federais na Câmara, três senadores, 55 deputados estaduais, 381 prefeitos e 331 vice-prefeitos.

Conheça os prefeitos do PR eleitos em 2008 em Rondônia


ALVORADA DO OESTE: LAERTE GOMES

BURITIS: ELSON DE SOUZA MONTES

CABIXI: JOSE ROZARIO BARROSO

COSTA MARQUES: JACQUELINE FERREIRA GOIS

GUAJARÁ-MIRIM: ATALIBIO JOSÉ PEGORINI

NOVA UNIÃO: LUIZ GOMES FURTADO

SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ: JAIRO BORGES FARIA

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Natan participa de formatura em Presidente Médici

O Deputado Federal Natan Donadon esteve no município de Presidente Medici no ultimo sábado, dia 31/10, onde participou da formatura da 1ª turma de Pedagogia. Natan foi o paraninfo da turma do curso à distância, ministrado pela Faculdade de Rolim de Moura (Farol), através de uma parceria com a Universidade do Tocantins (Unitins).

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades, dentre elas o prefeito do município, José Ribeiro, vereadores, professores representantes da Farol e da Unitins, além de centenas de familiares dos formandos. O evento aconteceu na Escola Presidente Médici. Natan, em seu discurso de Paraninfo, falou da importância dos professores para a formação dos cidadãos e a importância de oferecer uma boa formação para os professores.

Segundo Natan, aos poucos a profissão de professor começa a ser valorizada pelo Governo Federal e pela sociedade. “Viveremos um tempo em que os professores ocuparão, de fato, o seu devido lugar na sociedade, onde serão respeitados e valorizados pela importância de sua missão social. Na medida em que Deus me der a oportunidade, estarei fazendo a minha parte para que isso aconteça o mais breve possível”, disse Natan.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Papudiskina - Crônicas Políticas e Cotidianas - Daniel Oliveira da Paixão

Cassação de Valdivino Tucura
O PRP perdeu o seu único representante na Assembléia Legislativa de Rondônia por culpa da lambança de seus dirigentes em nível nacional que, segundo denúncias, aceitaram dinheiro de Ana Maria Gurgel para lançá-la candidata a presidência da República. Depois, inexplicavelmente, disseram que ela não seria mais candidata, mas já haviam assinado ata homologando sua candidatura. A candidata conseguiu levar avante, mesmo sem o apoio dos dirigentes nacionais. Em razão disso, por conta da verticalização, muitas candidatos foram prejudicados em todo o país. Em Rondônia, o TRE deu posse a Valdivino Tucura, mas desde os primeiros dias de sua posse os que se sentiam com alguma chance de ocupar uma cadeira caso a coligação PRP/PSDB fosse desfeita não perderam tempo e foram à luta. Claro que em razão dessa situação um tanto confusa, cabe recurso ao TSE. Afinal, a candidata do PRP não teve o apoio dos líderes do partido. Entretanto, o próprio TSE deu ganho de causa a Ana Maria Gurgel e a manteve candidata durante todo o processo. Então, o jeito é esperar para ver no que dá. Uma coisa é certa: o Valdivino Tucura foi prejudicado em razão da irresponsabilidade dos dirigentes de seu partido que não se preocuparam em avaliar essa questão. Afinal, se sabiam que o partido tinha candidata em nível nacional, ainda que contestada pela direção do partido, deveriam ser precavidos. Eles sabiam no que isso poderia desembocar. O que me parece é que ela teve todo o apoio para lançar-se candidata e depois os caciques, vislumbrando ser mais conveniente não lançar candidato próprio, quiseram tirar o corpo fora. Só se esqueceram de pegar um documento escrito em que a então candidata renunciaria à sua pretensão.

Expedito Júnior, o bode expiatório
Ficou complicada a situação do Senado com a tentativa de manter o senador Expedito Júnior, apesar da decisão do STF de dar posse imediata a Acir Gurgacz. (Felizmente o próprio Expedito retirou o recurso à Mesa e Acir foi empossado). É inadmissível que qualquer órgão do Legislativo ou Executivo deixe de cumprir uma decisão judicial do STF, pois isso representa um golpe contra a própria democracia. Não se trata aqui de dizermos se o senador cassado foi injustiçado ou não. Eu, particularmente como cidadão, não consigo ver razões que embasem a cassação de Expedito Júnior, visto que muitos outros candidatos, igualmente foram denunciados por compra de votos e permanecem até hoje em seus respectivos cargos. Aqui mesmo em Rondônia, especificamente na região de Cacoal e Ministro Andreazza, há relatos de candidatos que foram flagrados pagando lanche para eleitores no dia da eleição, distribuindo combustível ou até entregando quantias em dinheiro. Eu penso que houve injustiça nessa cassação de mandato do senador, uma vez que não se aplicou o princípio da isonomia. Ora, se houve indícios de que o senador cassado Expedito Júnior comprou votos, também os demais denunciados deveriam ter sido cassados. O problema é que a Justiça é mais justa para uns do que para outros. Lamentável dizer isso, mas basta a gente olhar para o caso de Cacoal. Cassaram o Val da Rondonia Veiculos, mas igualmente outros candidatos cometeram os mesmos deslizes durante a campanha e continuam como vereadores. Claro que não são todos, mas se a gente ler o que foi publicado nos sites e jornais de Rondônia a respeito de certos concorrentes à Câmara de Vereadores vamos perceber que outros mereceriam a mesma sorte. Então o que se percebe é que uns têm a sorte de conseguir tornar as provas menos claras. Outros, talvez por inexperiência, acabam como bodes expiatórios. Mas, enfim, pelo menos alguns foram cassados e talvez isso sirva para inibir os demais candidatos e, com isso, as futuras gerações terão eleições mais justas e equilibradas. O sonho de todo brasileiro que lute pela democracia é ver eleições limpas e com candidatos disputando o pleito em condições de igualdade. O certo é que eleitor precisa escolher de forma mais consciente os seus candidatos e não olhar apenas as supostas conveniências.

Não será fácil a situação de Acir
O grande problema é que, invariavelmente, todas as posses que ocorrem após a cassação de algum político são bastante problemáticas. Como a Legislação não impede que candidatos considerados "fichas sujas" possam disputar as eleições, muita gente é eleita mesmo tendo vários processos na justiça. Não estou lançando dúvidas sobre a conduta de Acir. O que a gente sabe é que ele tem muitos processos na justiça. Alguns, claro, são apenas implicância de seus adversários. Não dá para acreditar que os 200 processos citados pela Folha de São Paulo realmente resultem em alguma condenação Aliás, o próprio Acir justifica que boa parte desses processos são trabalhistas em decorrência dele ter uma empresa de ônibus. Além disso, quem tem muitos adversários políticos, como ele, sempre vão ser alvo de muitos processos. O que se espera é que o Judiciário acelere o julgamento desses processos e o povo de Rondônia possa, enfim, saber se ele pode ou não continuar nos representando no Senado Federal. Todos nós queremos que nossos representantes sejam pessoas íntegras, merecedoras não apenas de nosso voto, mas também de nossa confiança. Ter muitos processos na justiça não é problema, desde que, ao final da apuração, fique provado a inocência do denunciado. Agora o que não podemos aceitar é que o Congresso Nacional continue com essa imagem desgastada. O que se espera é que, no futuro, os nossos legisladores criem mecanismos para barrar os realmente fichas sujas. Acredito que os condenados em segunda instância já deveriam ser impedidos de lançar-se candidatos. Depois, provando a inocência, teriam os seus direitos restabelecidos. O senador empossado disse, inclusive, que se depender dele, um projeto de lei barrando os fichas sujas será aprovado pelo Congresso Nacional.




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